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Fortaleza aposta na base para formação de jogadores
A esquerda em destaque, Valter Finati. Acima, os onze do Fortaleza, em 1953. Da esquerda para direita, em pé: Paulão, Valter Finati, Marino Roquete, Ademar Pinheiro Destilaria Cruzeiro, Predileto e Peixe. Agachados: Itamar, Vagner, Messias Albuquerque, Gafanha e Inhozinho.

Craques na verdadeira concepção da palavra vestiram em outros tempos, mais precisamente nos anos 50, a camisa alvi-verde do glorioso Fortaleza Esporte Clube, o famoso Periquito da Rua 20. Sua história é marcada pela revelação e aposta nos chamados craques prata da casa, para posteriormente vestir a camisa da equipe principal. Nem por isto deixou ser uma equipe competiva. Travou inúmeros embates e tinha no Barretos Futebol Clube, o Leão da 32, o seu maior rival. Nas equipes de base do Fortaleza, nada mais, nada menos que o magistral atacante Gafanha, que mais tarde viria a compor o elenco do atual Barretos Esporte Clube e Messias Albuquerque, formaram uma de suas linhas de frente. Outro bom de bola na equipe é Valter Finati, que se recorda com emoção da equipe juvenil do alvi-verde. "Era de fato um time explêndido, que sabia jogar futebol", afirma Finati, cabeleireiro aposentado, um dos grandes mestres da tesoura, que durante anos foi proprietário do famoso Salão Três Reis..

Cedido por Patricio Augusto


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