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19/03/2009 - Polemica: Briga entre jornalistas ganha mais um capitulo. Acompanhe

Formação de quadrilha ?
Março 19, 2009 by Paulinho

Milton Neves, V(W)anderlei(y) Luxemburgo, Joaquim Grava, Juarez Soares, Fernando Capez, Olivério Júnior, Edgard Soares e Fernando Vanucci.

Gravem bem os nomes citados acima.

Eles estão todos juntos, como se fossem uma quadrilha.

Temem aqueles que os desmascaram com a verdade.

Formam uma seleção de incapazes.

Gente que não consegue exercer a própria profissão com um mínimo de dignidade.

Abriram um inquérito policial, juntos, em uma delegacia pra lá de suspeita.

É o terceiro inquérito em que sou citado, na mesma delegacia, pelo mesmo delegado.

Delegacia de Crimes Digitais, que nas horas vagas, trata de supostos crimes contra a honra.

O delegado, amigo de Andres Sanches e Mario Gobbi, um dos citados no inquérito, demonstra volúpia especial ao tratar desses casos.

Inquéritos de Arthur Eugênio Mathias, André Negão e Mané da Carne, e agora, dos desqualificados citados acima.

Todos caem nas mãos do sortudo delegado.

Deve ser coincidência.

Não podemos acreditar que ele esteja combinado com essa gente.

Se estivesse, teria que chamá-lo de corrupto.

Espero não ter que fazê-lo.

Que o bando de amigos do Milton Neves é desprovido de moral, todos já estão cansados de saber, mas dessa vez assinaram um atestado coletivo de burrice.

Não preciso falar da dignidade de Juca Kfouri.

Sua carreira e história de vida falam por ele.

A acusação de que estamos unidos para difamá-los beira à insanidade.

Tentativa de desviar o foco de suas vidas sem brilho.

Recheadas de atos que, na verdade, difamariam qualquer pessoa de bem.

O que, evidentemente, não se enquadra na situação deles.

Vamos analisar um por um.

Milton Neves, antes de fazer essa bobagem, deveria consultar um psiquiatra.

Não consegue assimilar o desprezo que recebe de seu ídolo.

Além disso, poderia aproveitar a ocasião para explicar porque elogiava tanto o atleta Kahê, empresariado por Wagner Ribeiro, que se transferiu do Nacional da Capital para o Palmeiras e posteriormente para a Alemanha.

Os fãs do homem do MERCHAN precisam saber também como funcionava seu período de trabalho no DETRAN.

Se era um servidor que faltava muito, se recebia o salário integral…

Não queremos acreditar que o delegado Mario Gobbi assinava seu ponto.

Seria uma atitude criminosa com o dinheiro público.

V(W)anderlei(y) Luxemburgo tem realmente complexo de perseguição.

Não é fácil passar "ileso" por duas CPIs.

Principalmente quando o relatório delas indica que cometeu falsidade ideológica, sonegação de impostos e não soube explicar a origem de irrisórios R$ 10 milhões em sua conta corrente.

A maldosa CPI diz que há evidências de que os recursos foram originários de comissões por negociações de atletas.

Há também gente que diz que os jogadores indicados por ele para jogar em suas equipes tem que destinar uma parte de seus vencimentos para o pobre treinador.

É claro que Luxemburgo nada tem a ver com seu sócio que foi preso por matar e esquartejar um agiota no Pará.

Joaquim Grava precisa se tratar.

Foi dispensado do Corinthians por alcoolismo.

Os dirigentes da época, com dó de seu estado, nunca se pronunciaram a respeito.

Pelo menos, não publicamente.

Poderia explicar também o que aconteceu em uma operação mal sucedida no joelho de um ex-lateral direito do Corinthians, hoje treinador de futebol.

E, principalmente, se estaria bêbado, na ocasião.

Há também a compra de materiais comprovadamente superfaturados, para o departamento de futebol do Corinthians, que receberam o seu aval nas notas fiscais.

Juarez Soares poderia explicar para o público que o acompanha, pelo menos os que restaram, sobre o famoso "Caso da Sinuca".

Qual foi o resultado do relatório que o investigou ?

Não quero acreditar que o "China" roubou dinheiro público.

Há também o dinheiro que recebeu de Andres Sanches para sua campanha política.

Será que é por isso que nunca o ataca ?

Fernando Capez é um político medíocre.

Fala-se muito que estaria recebendo "benefícios" para aprovar projetos que ajudem seus "amigos".

Não quero acreditar nisso.

Além disso, seu trabalho como promotor público foi um desastre.

Fernando Capez poderia nos contar quais os motivos que o levaram a ordenar o fechamento das organizadas "Mancha Verde" e "Independente" e poupar os "Gaviões da Fiel".

Ficaria decepcionado se tivesse recebido algum tipo de vantagem por isso.

O promotor tem outra história interessante, que poderia compartilhar com seus fãs.

Sua visita, em horário de expediente como deputado, com Edgard Soares, à empresa WTorre, bem no dia em que estive lá.

Foi divertido.

Olivério Junior é o exemplo de como não se deve portar um jornalista.

Foi mandado embora de quase todos os veículos onde trabalhou.

Sua empresa presta assessoria ao honesto presidente do Corinthians.

Um jornal de Goiás disse que ele negocia jogadores de futebol.

Não pode ser verdade.

Olivério discutiu comigo no programa Estádio 97 e disse que nunca fez isso.

O empresário SONDA deve ter mentido ao dizer que os atletas Dentinho e André Santos foram levados por Olivério para serem negociados.

Ele comemora ainda o fato de seu pai, na época da ditadura, ter prendido Mario Covas nos porões da DOI-COD.

Edgard Soares é indigno de habitar o esgoto.

Os ratos, com certeza, o expulsariam.

Sua definição de "laranja" é interessante.

Acredito que a minha é um pouco melhor.

Vou citar um exemplo baseado em "fatos reais".

Um conhecido estelionatário do Vale do Paraíba utilizou documentos de sua mãe e aplicou golpes pela região.

Nunca mais pagou ninguém e diz para os credores que a divida não é sua.

O nome de sua mãe continua, até hoje, mais imundo do que a lama.

Seria essa mulher uma "laranja" ?

Edgard Soares poderia explicar os boatos de que teria aplicado golpes em diversos lugares.

Não acredito que seja verdade que falsificou um documento de quitação de veiculo e nunca mais apareceu na loja para pagar, mesmo supostamente tendo recebido do seguro.

A história de que pediu propina da WTorre para apresentar a empresa ao Corinthians deve ser maldosa.

Fernando Vanucci também precisa se tratar.

Há testemunhas de que anda caindo no chão de tanto beber.

Embora tenha motivos para isso.

Não deve ser fácil ter que falar bem do prefeito de Barueri toda vez que aparece na televisão.

E ser orientado, via Nextel, pelo presidente do Corinthians, durante o programa "Bola na Rede."

O fato de sua esposa ser assessora de V(W)anderlei(y) Luxemburgo não deve ser o motivo de nunca criticá-lo.

Após prestar atenção nas linhas que digitei acima, caro leitor, você não sente um pouco de inveja do dono desse blog ?

Afinal, receber oito atestados de idoneidade, em um mesmo dia, não é para qualquer um.

Estou orgulhoso e ciente de que estou no caminho correto.

Eles lá, e eu cá.

Como tem que ser.


O ridículo não tem limites
Março 19, 2009 by Paulinho

Da FOLHA DE SÃO PAULO

Por JUCA KFOURI

Um "inusitado bando de ofendidos" foi à polícia, imagine, queixar-se de perseguição deste colunista


O ADVOGADO Luís Francisco Carvalho Filho tratou de reduzi-los à sua insignificância.

Divirta-se com a resposta dada aos pobres "perseguidos": "O peticionário foi intimado a "comparecer" a esta Delegacia em virtude de inquérito policial instaurado por requerimento firmado por Milton Neves, Vanderlei Luxemburgo, Joaquim Grava, Juarez Soares, Fernando Capez, Olivério Júnior e Edgard Soares, por estar "de modo permanente e habitual servindo-se dos meios eletrônicos, mais precisamente de seu "blog", albergado na rede web, para, agindo em co-autoria [com Paulo Cezar de Andrade Prado] e de forma escancarada, cometer crimes graves contra a honra de terceiros, notadamente contra a honra dos requerentes…" (sic)

Posteriormente, adotando um mesmo estilo de acusar, Fernando Antônio Vanucci Braz traz representação mencionando, além do blog do peticionário, hospedado no UOL, o programa que apresenta diariamente na rádio CBN.

Mais adiante, Milton Neves encaminha correspondência juntando uma fita do programa do Raul Gil, na qual informa que não "tirou o chapéu" (sic) para Juca Kfouri, e pede à autoridade que identifique a autoria de e-mails remetidos para a ouvidoria da rádio Bandeirantes que não se relacionam com os gravíssimos "delitos contra a honra" (…).

No exercício de sua atividade profissional, o peticionário tem agido com independência e espírito crítico, circunstância que eventualmente incomoda determinadas pessoas que, no âmbito do próprio jornalismo esportivo e de outras atividades ligadas ao esporte, tomam atitudes e têm práticas que considera inadequadas. "Paulinho de tal", como se referem as supostas vítimas a Paulo Cezar de Andrade Prado, não é "laranja" (sic) do peticionário. Trata-se de estudante de jornalismo que andava "contando os podres (tantos!) do Corinthians" e que, por isso, vinha sendo ameaçado… E, com efeito, o peticionário não precisa de "laranjas", "mexericas" ou "abacaxis" para fazer jornalismo. Sempre assinou o que escreveu, nunca deixou de reconhecer os erros que cometeu e sempre foi responsável pelas suas opiniões. O presente inquérito tem o propósito nítido de intimidar o peticionário. Não faz qualquer imputação real de delito contra a honra.

Aposta na confusão, na generalidade -são páginas e páginas de cópias que nada esclarecem-, embaralha notícias, textos e supostas vítimas que se reúnem em um inusitado bando de ofendidos não para apurar fatos concretos, mas para tentar criar para o peticionário o que imaginam ser um constrangimento de natureza policial (…).

O inquérito policial é nesse contexto desnecessário. Crimes contra a honra e delitos de imprensa têm procedimentos específicos estabelecidos na lei e ignorados no presente inquérito. Se existissem, de fato, delitos contra a honra, as vítimas, em vez de se reunirem num esdrúxulo concurso intimidatório, teriam acionado o peticionário no juízo adequado e no prazo legal. O peticionário comparece à presença de V. Sa. em respeito à instituição, mas esclarece que, em razão da desnecessidade técnica de instauração de inquérito policial para a apuração de delitos de opinião, se reservará ao direito de não depor sobre os fatos".


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